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terça-feira, 12 de setembro de 2017

E se...

Hoje li uma entrevista do Observador ao Paul Auster e, a determinada altura, pode ler-se que em muitas das suas obras o escritor parte muito da premissa "e se..." (como, aliás, pode ser constatado no seu último livro "4 3 2 1").

Isto fez-me pensar na minha vida e nas decisões que tomei até hoje. Algumas difíceis!

Cheguei à conclusão que não me arrependo de nenhuma das decisões que tomei no passado. Nenhuma! Nem aquelas que me sairam do pêlo, ou porque sabia que me iam trazer muitas dores de cabeça ou porque não eram escolhas que realmente queria fazer, mas percebi que era o melhor caminho a seguir.

Em ambas as situações, não sei bem como, arranjei a força de que precisava.

Olhando para trás, tenho a certeza absoluta que se tivesse feito as coisas de outra forma estaria muito pior do que estou agora. Podem dizer "nunca saberás", mas sei. Sei, porque a vida acabou por me dar provas disso.

Mas isto é em relação ao passado. O presente é sempre muito mais complicado e às vezes receio que a dada altura da minha vida tenha perdido a capacidade de análise e, consequentemente, a capacidade de fazer escolhas certas. Ou, pelo menos, de não fazer escolhas erradas.

Acho que sempre tive um anjinho a ajudar-me neste campo. A orientar-me. Por isso, quero crer que ele não me abandonou e que daqui a um ano, por exemplo, eu vou olhar para trás,  para o meu hoje, e sentir o que sinto no presente em relação ao meu passado: a tranquilidade da certeza absoluta de que fiz as escolhas certas.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

S e t e m b r o

Gosto particularmente do mês de setembro. Sempre gostei mas, desde que o Gonçalo nasceu, ele tem um sabor ainda mais especial.

Setembro é uma espécie de "janeiro" para mim. Talvez por ser neste mês que se inicia o ano letivo, habituei-me a vê-lo como um mês de balanços. De planos. De resoluções. De fins de ciclo. De recomeços...

Em setembro retomo fôlego e deixo-me alimentar por sonhos e esperanças, mas com os pés na terra. Sem ilusões. A idade ajuda-nos a encontrar este equilíbrio

Em setembro, tal como Fernando Pessoa, tenho em mim todos os sonhos do mundo.



domingo, 10 de setembro de 2017

Como está o Francisco

Partilhei convosco o que aconteceu ao Francisco na segunda-feira passada. Hoje, e porque tenho leitoras que são umas queridas e que me têm perguntado no Facebook e enviado mails a perguntar como é que ele está, queria dar-vos um ponto de situação.

Graças a Deus ele está bem melhor. Na sexta-feira acabei por ir com ele para as urgências de Santa Maria (a terceira ida às urgências em cinco dias) e eles conseguiram, pelo menos, descolar o olho. Ele saiu de lá com o olho totalmente aberto, mas até terem conseguido  esta proeza foi um filme de terror para mim e para ele.

Imobilizaram-no, ele tinha duas enfermeiras a agarrá-lo e dois médicos para lhe tirarem a cola. Mandaram-me sair e não vos consigo expôr em palavras o que senti.

O Francisco gritava, soluçava, chamava por mim, e eu, cá fora, mas a ver tudo, senti-me tão pequenina, tão impotente, tão incapaz... era ele a chorar lá dentro e eu cá fora. Até veio uma enfermeira abraçar-me! Que querida!

Ele ainda não está totalmente bem, porque ainda tem muita cola na zona do sobrolho e não só, mas quero acreditar que o pior já passou.

Muitos amigos perguntaram-me porque é que não divulguei no blog em que hospital é que fizeram isto ao Francisco, porque claramente esta foi uma situação de pura negligência médica, e a resposta é simples: Já fui àquele hospital dezenas de vezes e nunca, mas nunca tinha tido razão de queixa. Não quero avaliar o hospital por esta situação em concreto. Não seria justo para todos os excelentes profissionais que já apanhei por lá! Agora só preciso de decidir se vou ou não fazer queixa. Isso é outra história. É que isto podia ser muito grave!

sábado, 9 de setembro de 2017

A minha mãe mentiu-me!

Quando era miúda detestava peixe cozido. Todo o tipo de peixe, mas se fosse pescada, então, era mil vezes pior.

Sempre que a minha mãe dizia que era peixe cozido era um pesadelo para mim. Começava a imaginar-me a ter de comer aquela coisa horrorosa, com um sabor e com um cheiro que me davam náuseas... era tudo horrível!

A minha mãe sempre disse que quando eu crescesse ia passar a gostar, mas eu não acreditei. Desde que saí de casa dos meus pais, nunca mais fiz peixe cozido para mim... até hoje.

Hoje, como fiz para eles, resolvi ser uma maluca aventureira e fiz também para mim e posso dizer-vos que, por mais que uma vez, tive que me levantar da mesa para eles não verem que eu estava absolutamente nauseada, ao ponto de ter vómitos.

Moral da história: não é 100% certo que todos os adultos gostam de peixe cozido! Eu continuo a não gostar e não tenciono meter-me nisto outra vez!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Um dos piores sentimentos do mundo

O sentimento de impotência de uma mãe/ pai perante o sofrimento de um filho, deve ser dos piores do mundo.

Ontem, o Francisco caiu e abriu o sobrolho. Foi um golpe profundo e fomos ao hospital. E uma coisa que, aparentemente, poderia ter sido simples (era pôr cola e pronto), tornou-se em algo muito mais complicado. Nem me vou alongar em pormenores, porque se não corro o risco de praguejar bastante, mas o que aconteceu foi que o olho do Francisco ficou colado. Sim, leram bem. Colado. Deixou de conseguir abrir o olho. 

Seguiram-me cerca de duas horas a tentar solucionar a situação, sendo que de cada vez que médicos e enfermeiros tentavam fazer alguma coisa, eu tinha de o agarrar, porque ele gritava, esperneava, soluçava... foi horrível! Desesperante! Indescritível!

Eu a vê-lo sofrer e sem poder fazer rigorosamente nada! :(

Acabámos por ser reencaminhados para as urgências de um outro hospital, já passava da meia-noite, e já estávamos mais mortos que vivos. 

Não conseguiram fazer nada também, por ser uma zona sensível.

O Francisco caiu à minha frente, na casa de banho. Escorregou de um daqueles degraus que servem para eles chegarem às coisas, e bateu com a cabeça no bidé. No meio disto tudo, tenho a perfeita noção de que um segundo antes dele ter caído, eu tinha passado ao meu cérebro a mensagem de que tinha de lhe dizer para ele ter cuidado. Mas não tive tempo! Antes mesmo do meu pensamento ter acabado, ele caiu. 

Ao sentimento de impotência, junta-se a culpa :( Deveria ter antecipado.

Estou de coração partido! Só quero que ele melhore rápido e que não seja nada de mais!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Há sempre uma primeira vez

Esta noite tive uma experiência totalmente radical! Têm que experimentar!

Consiste no seguinte: depois de jantar, em vez de arrumarem a cozinha normalmente, façam-no com uma criança de dois anos agarrada (literalmente) à vossa perna!

É um espetáculo!

Qual ginásio, qual quê!

(valha-me!)

A rara capacidade de fazer rir e sorrir

É bom perceber que os anos podem passar e que há pessoas que continuam a ter uma capacidade imensa para nos fazer rir, sorrir e esquecer o que nos inquieta.

A vida é de facto engraçada. Muitas vezes dona de argumentos mais complexos e ricos que uma novela mexicana.

Qual é a probabilidade de alguém que em tempos contribuiu grandemente para voltarmos a encarar a vida de peito aberto, reaparecer anos mais tarde com o mesmo papel?!

É reconfortante pensar (e acreditar) que a vida nos reserva boas surpresas e que o melhor ainda está para vir! 

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Há sempre dois lados da moeda


Desde que vieram de férias que os pequenotes estão refinados na traquinice e parecem empenhados em dar-me cabo do juízo. Embirram um com o outro o tempo todo, estão mais teimosos que nunca... não há paciência! Ontem de manhã, já estava a ficar maluca!

Mas desde o final da manhã de domingo, e durante uma semana, que vou ter a vida mais folgada.

Como eu estou a trabalhar e a escola do Gonçalo está fechada este mês, ele foi passar uma semana com os avós e eu fiquei sozinha com o Francisco.

Numa primeira análise, e posto o que vos disse, isto seria coisa para me deixar contente (é só uma semana, eu sei que ele está bem...), mas a verdade é que não. A verdade é que sinto que me falta alguma coisa. Por mais estranho que possa parecer, é mais estranho estar só com um deles, do que sem os dois.

Ontem ao jantar, por exemplo, foi uma calmaria que até aborreceu. Faltava lá o Gonçalo, que é uma matraca e não está quieto um segundo.

Sim, é claro que me faz bem mas, lá está, há o outro lado. Há o enorme vazio que fica e que custa.

Resta-me tentar para aproveitar ao máximo o tempo com o "bebé Titito", como ele se chama a si próprio  <3

E não é que parece que resulta?

Já pessoas diferentes me tinham dito (mas nem sempre se está preparado para seguir conselhos, mesmo que sejam sensatos): "Quanto mais te preocupares, te chateares e incomodares com as situações, mais peso lhes dás. Quando deixares de o fazer, quando aceitares que as coisas são como são, vais ver que a vida vai fluir e vais sentir-te mais tranquila."

O mantra poderá soar a um grande cliché, mas, até ver, a verdade é que parece resultar. Há dias mais difíceis que outros, mas é passo-a-passo que se fazem os caminhos.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Agora somos três

Já aqui o disse mais que uma vez, mas vou fazê-lo novamente: quando criei o blog fi-lo por uma necessidade de partilhar a imensidão de sentimentos relativos à maternidade e ao meu papel enquanto mulher. Eles eram muitos e todos muito intensos. Não foi fácil lidar com todas as novidades e alterações que o nascimento de um filho trouxe à minha vida.

Isto para dizer que, desde sempre, o foco do blog foi, exatamente, este meu papel de mãe e mulher e, claro, os meus filhos (até porque sem eles a existência do blog não faria sequer sentido). A evolução deles, as alegrias que eles me dão, as dores de cabeça :P...

Isto para dizer que o foco não é, nem nunca foi, a minha relação conjugal, até porque isso implicaria falar da intimidade de outra pessoa.

Não obstante isto tudo, já é altura de vos dizer, sem grandes delongas nem pormenores, que, desde há uns meses, lá em casa somos três: eu e os meus filhos. Não o disse antes porque não é um tema de que goste de falar, e só o partilho mesmo porque esta alteração acaba por trazer mudanças significativas na vida familiar e isso poderá notar-se nos posts que escrevo.

E é isto. Estamos todos bem e isso é o que interessa.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Ai se eu os apanho!!!



Hoje, acordei com umas ganas imensas de apertar estes dois. De sentir a pele e o cheiro deles. De os encher de beijos... isto de passarem férias longe de mim mata-me. O que vale é que, se Deus quiser, vou ter duas semaninhas inteirinhas com eles. E mal posso esperar (já sei que me vão atazanar a cabeça e fazer-me o juízo em água... e estou desejosa que isso aconteça :)!)


Para os conflituosos do pedaço

Detesto conflitos. Detesto discussões. Muitas vezes finjo que não percebo ou que nem vi determinada coisa, só para não criar momentos desagradáveis. Mais. Se fosse possível, em algumas ocasiões, juro que pagava só para não ter que entrar em situações mais tensas. No entanto, isso não quer dizer que, se tiver de ser, me fique, até porque também tenho mau feitio e o elástico da minha paciência não estica assim tanto quanto isso.

Acima de tudo, irritam-me as pessoas que estão sempre à procura de confusão. Que veem sempre as coisas pelo lado mais distorcido e negativo, só para mandarem uma boquinha ou dizerem uma piadinha. Que se alimentam deste tipo de coisas. Pessoas que olham para uma situação que tem mil ângulos bons e um mau, e vão pegar nesse único ângulo mau como se não houvesse mais nenhum. E depois usam-no para chatear. Para picar. Para desdenhar.

Às pessoas conflituosas, tóxicas e mesquinhas, tenho só uma coisa a dizer: ide-vos encher de moscas. Mas longe! 

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Saudade

Houve um dia na semana passada que pensei que ia dar em maluca com os dois. Já é normal eles estarem-me sempre a chamar, sobretudo o Gonçalo, que até quando eu estou ao lado dele me chama, mas naquele dia em particular, se os dois não chamaram "mãe" umas 100 vezes num minuto, foi pouco. E acreditem que não estou a exagerar!

Esta semana eles estão de férias no norte. Já não os vejo desde sábado e, embora fale com eles todos os dias, as saudades já são muitas. Dou por mim a pensar naquele dia e a desejar voltar a tê-los aqui a chamarem "mãe" por tudo e por nada, mesmo quando à minha pergunta "sim, o que foi?", a resposta depois seja "nada". (sim, acontece muitas vezes, principalmente com o Francisco).

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Escolhas

(Muitas vezes) a vida é feita de escolhas e temos de viver com as consequências das escolhas que fazemos. Nem sempre o que é melhor para nós representa a escolha mais fácil. Pelo contrário. Mas acomodarmo-nos, só porque é mais fácil, não é viver.

Por vezes nem sequer é linear perceber o que é o melhor para nós. E quando é assim, acredito que a pergunta a fazer é: "sou / estou feliz?".

Se a resposta for "não", então, por mais que custe, há que mudar de rumo.

Se for preciso, se a coragem faltar, então espera-se até ter coragem para o fazer. Espera-se, até ter a certeza do que fazer. Mas não eternamente. Para não deixar que a espera vire comodismo.

É bom quando não temos de fazer escolhas. Quando não sentimos essa necessidade. Mas nem sempre é assim.

Só se vive uma vez e, por isso, há que ser feliz e sentir que se faz por isso.


terça-feira, 25 de julho de 2017

Um dia de cada vez!

Costuma-se dizer que "o que não nos mata, torna-nos mais fortes" e, ultimamente, tenho tido a prova de que isto é mesmo verdade.

Se exceptuarmos questões relacionadas com saúde, de facto o ser humano tem uma capacidade gigante para se adaptar às situações, por mais complicadas que elas sejam. Aliás, acredito que essa capacidade revela muito sobre a pessoa.

Há várias formas de vermos, encararmos e enfrentarmos as vicissitudes da vida: ou nos revoltamos e alimentamos o que está a acontecer de negativo (o que não leva a lado nenhum e só nos desgasta), ou nos conformamos e levantamos a cabeça, ou assumimos o papel de mártires e lamentamo-nos a toda a hora, ou "pegamos no bicho pelos cornos" e seguimos em frente.

Não quer dizer que seja sempre fácil. Que não haja dias em que nos vamos abaixo, que não haja dias em que sentimos que não vamos conseguir... mas acredito mesmo que se optarmos por esta última hipótese, que é uma questão de tempo até termos cada vez mais dias bons. Que seja cada vez mais frequente nos sentirmos bem. Que acreditemos cada vez com mais força que vai correr tudo bem.

Leva tempo, não é de um dia para o outro, mas na vida tudo se resolve, sobretudo se estivermos rodeados de amigos e de pessoas que nos querem bem.

A fé também é importante. Funciona como uma força invisível que nos dá esperança e nos faz acreditar que amanhã será melhor. E como acreditar em coisas boas atrai coisas boas, fica tudo mais fácil.

A paz e a felicidade hão-de chegar. Basta viver sem sobressaltos e sem pressas, um dia de cada vez!

Eu acredito mesmo nisso e isso faz-me sentir bem :)

sábado, 22 de julho de 2017

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço

O Gonçalo estava a desabafar comigo que não sabia quem havia de escolher para o ajudar a partir o bolo de aniversário na escola.

Parece que é costume que eles peçam sempre ajuda a um ou dois amigos para distribuírem as fatias de bolo (ele faz anos no final de setembro mas, pelos vistos, tenho um filho que gosta de planear as coisas com antecedência. Sai à mãe.)

O dilema dele era que só podia escolher dois, mas estava na dúvida entre quatro. Contudo, estranhei o facto de um dos meninos que ele mencionou ser um colega de quem ele às vezes faz queixas, por este não o deixar brincar. Por sua vez, não referiu um outro menino, que eu sei que, efetivamente, é mesmo amigo dele.

Mostrei-lhe essa admiração e percebi claramente que a escolha tinha mais a ver com a necessidade de aceitação que o Gonçalo sente em relação a esse menino.

Sem querer interferir muito, tentei explicar-lhe que não devia perder tempo a tentar agradar quem não é amigo dele e quem não lhe dá valor e trata bem.

Mal disse isto refleti nas minhas próprias palavras e surgiu-me imediatamente à cabeça a velha máxima do "faz o que eu digo..."

quarta-feira, 19 de julho de 2017

terça-feira, 18 de julho de 2017

Momentos que contam


Adoro ter dois filhos. Por tudo. Porque sim, porque os amo mais que tudo, e porque me conforta a ideia de ter dado a ambos o privilégio de terem um irmão. Contudo, por vezes sinto falta de me poder dedicar mais a cada um deles de forma isolada. Tenho, frequentemente, a sensação de que nunca estou tempo suficiente nem com um nem com outro.

Este sábado foi dedicado ao mais velho. Fomos almoçar os dois, fomos ao cinema ver o Gru e depois fomos ao parque. 

No meio da confusão do dia-a-dia, foi a oportunidade de termos umas horas só para nós, sem stresses, gritos, birras... em vez disso, houve muita risada, palhaçada e companheirismo :) Tenho mesmo que fazer isto mais vezes. Com os dois! Não há nada melhor que isto!

domingo, 16 de julho de 2017

And nothing else matters...



É claro que não é bem assim. Que nos sentirmos realizados profissionalmente interessa, que nos sentirmos equilibrados emocionalmente interessa (muito), que ter dinheiro e não andar sempre a contar os tostões interessa...

É verdade que para nos sentirmos felizes plenamente há muita coisa que interessa. Mas quando se tem filhos, a simples existência deles, o eles estarem bem, é o que realmente conta. Vê-los sorrir e felizes é o maior antidepressivo que existe e não há maior alavanca para a felicidade do que eles.

Quantas vezes, e só de olhar para o Gonçalo e para o Francisco quando estão na brincadeira um com o outro ou na palhaçada comigo, sinto que consigo fazer tudo o que eu quiser e que muita coisa boa me espera!

Está a ser uma fase difícil mas, como se costuma dizer, depois da tempestade vem a bonança... Além disso, tenho um feeling, e fazendo um trocadilho com referências mais contemporâneas, que "o verão está a chegar!" ;)

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Equilíbrio!

Depois de seis dias sem estar com os meus meninos e de em minha casa se ter vivido na mais profunda ordem e silêncio (algo que aprecio muitíssimo mas que, nesses dias, foi absolutamente insuportável), eis que eles voltaram e tudo voltou ao sítio.

Voltaram as birras, a casa já está num caos e o meu sossego foi-se num ápice!

... E eu não podia estar mais feliz por isso :)

"Os meus mundos" voltaram para os meus braços <3

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