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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Ai se eu os apanho!!!



Hoje, acordei com umas ganas imensas de apertar estes dois. De sentir a pele e o cheiro deles. De os encher de beijos... isto de passarem férias longe de mim mata-me. O que vale é que, se Deus quiser, vou ter duas semaninhas inteirinhas com eles. E mal posso esperar (já sei que me vão atazanar a cabeça e fazer-me o juízo em água... e estou desejosa que isso aconteça :)!)


Para os conflituosos do pedaço

Detesto conflitos. Detesto discussões. Muitas vezes finjo que não percebo ou que nem vi determinada coisa, só para não criar momentos desagradáveis. Mais. Se fosse possível, em algumas ocasiões, juro que pagava só para não ter que entrar em situações mais tensas. No entanto, isso não quer dizer que, se tiver de ser, me fique, até porque também tenho mau feitio e o elástico da minha paciência não estica assim tanto quanto isso.

Acima de tudo, irritam-me as pessoas que estão sempre à procura de confusão. Que veem sempre as coisas pelo lado mais distorcido e negativo, só para mandarem uma boquinha ou dizerem uma piadinha. Que se alimentam deste tipo de coisas. Pessoas que olham para uma situação que tem mil ângulos bons e um mau, e vão pegar nesse único ângulo mau como se não houvesse mais nenhum. E depois usam-no para chatear. Para picar. Para desdenhar.

Às pessoas conflituosas, tóxicas e mesquinhas, tenho só uma coisa a dizer: ide-vos encher de moscas. Mas longe! 

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Saudade

Houve um dia na semana passada que pensei que ia dar em maluca com os dois. Já é normal eles estarem-me sempre a chamar, sobretudo o Gonçalo, que até quando eu estou ao lado dele me chama, mas naquele dia em particular, se os dois não chamaram "mãe" umas 100 vezes num minuto, foi pouco. E acreditem que não estou a exagerar!

Esta semana eles estão de férias no norte. Já não os vejo desde sábado e, embora fale com eles todos os dias, as saudades já são muitas. Dou por mim a pensar naquele dia e a desejar voltar a tê-los aqui a chamarem "mãe" por tudo e por nada, mesmo quando à minha pergunta "sim, o que foi?", a resposta depois seja "nada". (sim, acontece muitas vezes, principalmente com o Francisco).

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Escolhas

(Muitas vezes) a vida é feita de escolhas e temos de viver com as consequências das escolhas que fazemos. Nem sempre o que é melhor para nós representa a escolha mais fácil. Pelo contrário. Mas acomodarmo-nos, só porque é mais fácil, não é viver.

Por vezes nem sequer é linear perceber o que é o melhor para nós. E quando é assim, acredito que a pergunta a fazer é: "sou / estou feliz?".

Se a resposta for "não", então, por mais que custe, há que mudar de rumo.

Se for preciso, se a coragem faltar, então espera-se até ter coragem para o fazer. Espera-se, até ter a certeza do que fazer. Mas não eternamente. Para não deixar que a espera vire comodismo.

É bom quando não temos de fazer escolhas. Quando não sentimos essa necessidade. Mas nem sempre é assim.

Só se vive uma vez e, por isso, há que ser feliz e sentir que se faz por isso.


terça-feira, 25 de julho de 2017

Um dia de cada vez!

Costuma-se dizer que "o que não nos mata, torna-nos mais fortes" e, ultimamente, tenho tido a prova de que isto é mesmo verdade.

Se exceptuarmos questões relacionadas com saúde, de facto o ser humano tem uma capacidade gigante para se adaptar às situações, por mais complicadas que elas sejam. Aliás, acredito que essa capacidade revela muito sobre a pessoa.

Há várias formas de vermos, encararmos e enfrentarmos as vicissitudes da vida: ou nos revoltamos e alimentamos o que está a acontecer de negativo (o que não leva a lado nenhum e só nos desgasta), ou nos conformamos e levantamos a cabeça, ou assumimos o papel de mártires e lamentamo-nos a toda a hora, ou "pegamos no bicho pelos cornos" e seguimos em frente.

Não quer dizer que seja sempre fácil. Que não haja dias em que nos vamos abaixo, que não haja dias em que sentimos que não vamos conseguir... mas acredito mesmo que se optarmos por esta última hipótese, que é uma questão de tempo até termos cada vez mais dias bons. Que seja cada vez mais frequente nos sentirmos bem. Que acreditemos cada vez com mais força que vai correr tudo bem.

Leva tempo, não é de um dia para o outro, mas na vida tudo se resolve, sobretudo se estivermos rodeados de amigos e de pessoas que nos querem bem.

A fé também é importante. Funciona como uma força invisível que nos dá esperança e nos faz acreditar que amanhã será melhor. E como acreditar em coisas boas atrai coisas boas, fica tudo mais fácil.

A paz e a felicidade hão-de chegar. Basta viver sem sobressaltos e sem pressas, um dia de cada vez!

Eu acredito mesmo nisso e isso faz-me sentir bem :)

sábado, 22 de julho de 2017

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço

O Gonçalo estava a desabafar comigo que não sabia quem havia de escolher para o ajudar a partir o bolo de aniversário na escola.

Parece que é costume que eles peçam sempre ajuda a um ou dois amigos para distribuírem as fatias de bolo (ele faz anos no final de setembro mas, pelos vistos, tenho um filho que gosta de planear as coisas com antecedência. Sai à mãe.)

O dilema dele era que só podia escolher dois, mas estava na dúvida entre quatro. Contudo, estranhei o facto de um dos meninos que ele mencionou ser um colega de quem ele às vezes faz queixas, por este não o deixar brincar. Por sua vez, não referiu um outro menino, que eu sei que, efetivamente, é mesmo amigo dele.

Mostrei-lhe essa admiração e percebi claramente que a escolha tinha mais a ver com a necessidade de aceitação que o Gonçalo sente em relação a esse menino.

Sem querer interferir muito, tentei explicar-lhe que não devia perder tempo a tentar agradar quem não é amigo dele e quem não lhe dá valor e trata bem.

Mal disse isto refleti nas minhas próprias palavras e surgiu-me imediatamente à cabeça a velha máxima do "faz o que eu digo..."

quarta-feira, 19 de julho de 2017

terça-feira, 18 de julho de 2017

Momentos que contam


Adoro ter dois filhos. Por tudo. Porque sim, porque os amo mais que tudo, e porque me conforta a ideia de ter dado a ambos o privilégio de terem um irmão. Contudo, por vezes sinto falta de me poder dedicar mais a cada um deles de forma isolada. Tenho, frequentemente, a sensação de que nunca estou tempo suficiente nem com um nem com outro.

Este sábado foi dedicado ao mais velho. Fomos almoçar os dois, fomos ao cinema ver o Gru e depois fomos ao parque. 

No meio da confusão do dia-a-dia, foi a oportunidade de termos umas horas só para nós, sem stresses, gritos, birras... em vez disso, houve muita risada, palhaçada e companheirismo :) Tenho mesmo que fazer isto mais vezes. Com os dois! Não há nada melhor que isto!

domingo, 16 de julho de 2017

And nothing else matters...



É claro que não é bem assim. Que nos sentirmos realizados profissionalmente interessa, que nos sentirmos equilibrados emocionalmente interessa (muito), que ter dinheiro e não andar sempre a contar os tostões interessa...

É verdade que para nos sentirmos felizes plenamente há muita coisa que interessa. Mas quando se tem filhos, a simples existência deles, o eles estarem bem, é o que realmente conta. Vê-los sorrir e felizes é o maior antidepressivo que existe e não há maior alavanca para a felicidade do que eles.

Quantas vezes, e só de olhar para o Gonçalo e para o Francisco quando estão na brincadeira um com o outro ou na palhaçada comigo, sinto que consigo fazer tudo o que eu quiser e que muita coisa boa me espera!

Está a ser uma fase difícil mas, como se costuma dizer, depois da tempestade vem a bonança... Além disso, tenho um feeling, e fazendo um trocadilho com referências mais contemporâneas, que "o verão está a chegar!" ;)

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Equilíbrio!

Depois de seis dias sem estar com os meus meninos e de em minha casa se ter vivido na mais profunda ordem e silêncio (algo que aprecio muitíssimo mas que, nesses dias, foi absolutamente insuportável), eis que eles voltaram e tudo voltou ao sítio.

Voltaram as birras, a casa já está num caos e o meu sossego foi-se num ápice!

... E eu não podia estar mais feliz por isso :)

"Os meus mundos" voltaram para os meus braços <3

quarta-feira, 5 de julho de 2017

" Pause || "

O ano letivo acabou recentemente e, com ele, vieram as festas de final de ano dos pequenotes.

Não sei quanto a vocês mas, para mim, este é sempre daqueles momentos que me enche a alma, ao mesmo tempo que funciona como chapada, que me desperta para a velocidade com que a vida acontece.

O Gonçalo acabou a primeira classe!

O meu bebé, que ainda ontem usava fraldas, já sabe ler e escrever e está a caminho do 2º ano! E isto tudo aconteceu num abrir e fechar de olhos!

Já o meu Francisco, que há um ano não dizia uma palavra, já quer dizer tudo (ainda que seja muito trapalhão! :) ).

Os meus bebés estão a crescer e isso enche-me de orgulho, felicidade e emoção... mas, ao mesmo tempo, sobretudo ultimamente, em que mal tenho tempo para respirar, sinto que não os estou a aproveitar como devia. E isso mata-me por dentro, mesmo que saiba que, pelo menos para já, não posso fazer grande coisa para mudar isso.

Uma coisa é certa: o meu amor não lhes falta... e, de certo modo, isso consola-me!

Tempo

Estava a aqui a pensar... o ser humano é mesmo um bicho estranho.

Racionalmente, sabemos que tudo é efémero mas, depois, no dia-a-dia, agimos como se tivéssemos todo o tempo do mundo e como se fôssemos donos dele!

Bicho estúpido!

Intuition sucks!


terça-feira, 4 de julho de 2017

Saudade.

Foram passar uma semana aos avós. Foram domingo e eu já estou morta de saudades!

Estou desejosa de os voltar a abraçar e de os encher de beijos! Meus amores...

domingo, 25 de junho de 2017

É tão fácil fazê-los felizes!

Por mais voltas que a vida dê, é uma questão de tempo até criarmos novos hábitos e rotinas e os combinarmos com rituais que sempre fizemos. Tudo junto acaba por nos oferecer, com o tempo, conforto e bem-estar.

Esta semana tenho sentido que estamos a entrar neste caminho e isso proporciona-me paz... sobretudo por eles. Ontem, por exemplo, jantámos todos na sala a ver televisão (um programa que, para o Gonçalo, é o máximo, porque não costumamos fazer refeições na sala, nem a ver televisão) e, esta manhã, confortámo-nos com umas panquecas ao pequeno-almoço.

E que bem que souberam :)

Cada vez tenho mais certeza de que a vida vai (sempre) ao seu lugar! Até pode não ser da forma que idealizámos, mas a nossa capacidade de adaptação é extraordinária!

sábado, 24 de junho de 2017

Só faz falta quem está!

Não, não estive de férias. Acho que nunca estive tanto tempo sem escrever no blog, mas não foi por esse motivo. As razões foram outras. Várias, na verdade. Acima de tudo, sentia-me sem cabeça, sem forças e precisava de me organizar. De acalmar o espírito e de tentar arranjar mecanismos de defesa que me ajudassem a não dar importância a determinadas coisas. A deixar ir outras. A não me cansar com situações que não dependem de mim. A não viver preocupada com coisas que não estão nas minhas mãos. A conformar-me, sem ser no sentido depreciativo, com o que não posso mudar...

De certo modo, consegui. Cheguei a algumas conclusões importantes para viver a vida de uma forma mais calma e serena.

A verdade é que, se não estivermos a falar de questões de saúde, em que por vezes esta máxima não se aplica, tudo se resolve. E, muito importante, e espero que os meus filhos interiorizem esta ideia, na nossa vida só faz falta quem está e quer estar.

Posto isto, espero voltar aqui em força ;)

sábado, 17 de junho de 2017

Happy moment

Os amigos, aqueles para a vida, aparecem no nosso caminho por acaso. Sem aviso. Por isso, temos que ter sorte que as nossas vidas se cruzem e surja pelo menos uma oportunidade para que o fio da amizade se desenrole. Mas, depois, também é preciso inteligência e sensibilidade para cultivar a amizade. Não são precisos telefonemas diários, convívios semanais... é só preciso estar lá. Nos momentos bons e nos momentos maus. E, mesmo não estando fisicamente, é preciso que dos dois lados haja a plena convicção de que podemos contar sempre com aquela pessoa e ela connosco.

Tenho a sorte de ter amigos assim. Amigos de infância, que são a família que escolhi. E outros que, entretanto, me foram trazidos pelo destino, já era eu bem mais crescida. Sou mais que abençoada nesta matéria!

Ontem, estive com amigos que amo de coração e que são responsáveis por milhares de sorrisos meus. Amigos com quem partilho um álbum repleto de memórias felizes e com quem tenho a certeza que vou continuar a somar muitas mais <3

Como disse um dia Joseph Addison: "a amizade duplica a nossa alegria e divide a nossa dor." E é mesmo isto!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Tanto faz!


Tirei uma série de fotos com eles quando estávamos os três na palhaçada. Rimos que nos fartámos, dissemos disparates, houve até guerra de almofadas...

Mas quando vi as fotos fiquei triste. Percebi que tinham ficado todas tremidas. TODAS! Não houve uma única que tenha ficado nítida; o que acaba por ser normal,já que não parámos quietos um segundo.

Fiquei triste porque foi um daqueles momentos (raros nos últimos tempos) em que me senti realmente feliz. Plena.

Queria tanto guardar aqueles instantes!

Mas depressa me dei conta de uma coisa muito simples. O facto das fotos terem ficado tremidas não significa que o momento não tenha acontecido ou que desapareça. A verdade é que com fotos ou sem fotos, ninguém mo tira e, por isso, tanto faz.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

O amor e a culpa

Ontem, o Francisco fez uma coisa que me enterneceu, ao mesmo tempo que me deixou triste.

Voltei a concluir que, realmente, o ritmo de vida que se leva é muito pouco compatível com a maternidade/ paternidade!

Depois de os ir buscar à escola, o tempo que sobra até os deitar é pouco. Não dá para mais que dar-lhes banho, fazer o jantar, dar-lhes o jantar, lavar-lhes os dentes e ler-lhes uma história. E, mesmo assim, entre estas tarefas, ainda há que tentar fazer outras coisas necessárias, como dobrar ou estender roupa, arrumar a louça da máquina, etc, etc.

Estava ontem neste ritmo estúpido, a dobrar roupa, quando o Francisco me pediu colo. Regra geral dou sempre, mesmo que sejam uns minutos até voltar ao que estava a fazer, mas como me faltavam só três peças pedi-lhe para esperar só um bocadinho de nada.

Ele olhou para mim, virou-me as costas, foi ter com o irmão e foi-lhe pedir colo.

Achei um amor, por ele ver o mano como alguém que lhe pode dar colo (e isto diz tanto!), mas ao mesmo tempo fiquei tão triste por o ter levado a procurar outro colo que não o meu!

Escusado será dizer que depois disto larguei tudo para dar colo aos dois. Nada, muito menos roupa por dobrar, vale mais do que a paz que me transmite o ato de dar colo aos meus bebés (até porque um dia vão deixar de o querer!).

sexta-feira, 26 de maio de 2017

E deixei-o ir...

Hoje de manhã lá foi ele... pus num saco os meus receios, acorrentei a mãe-galinha que há em mim, e deixei o Francisco ir a um passeio com a escola, apesar dele ter apenas dois anos. (Só porque sim, e para me ajudar a sentir um bocadinho mais traquila, pus-lhe uma pulseira identificativa, com o nome dele e o meu número de telefone).

Mas é isto. Deixei-o ir. Os amigos iam, consta que andavam no excitex porque iam andar de autocarro (que saudades dos tempos em que uma coisa tão simples como andar de autocarro era suficiente para me fazer feliz :P), e eu cedi.

Sei que vou ficar num desassossego absoluto até saber que ele chegou à escola... mas pronto. Se ele se divertir, valeu a pena!

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